Fernandinho do Depois

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Fernando Martinês Castijo
Castijo, Fernando Martinês – Nascido em São Paulo aos 22 de agosto de 1957. Filho de Antônio Castijo Diaz e de Carmen Martinês Castijo. Veio para Sorocaba aos doze anos de idade, residindo no bairro do Mato Dentro, zona rural sorocabana. Em 1981 foi trabalhar como garçom no Bar “Chorinho”, localizado na Avenida Gal. Carneiro. Esse bar foi o primeiro a oficializar a música ao vivo, com músicos pagos, em Sorocaba. Nesse local desenvolveu-se o conceito de bar cultural, com apresentações de cantores e músicos como Eraldo Basso e Mingo; apresentações teatrais do diretor Benão e exposições de artes plásticas com a artista Lídice, entre outros. Após o fechamento desse bar, Fernando Castijo foi trabalhar no Bar Sal da Terra, também bar cultural e alternativo, com comida vegetariana, música ao vivo, e muita discussões sobre política e filosofia. O cantor Belchior chegou a se apresentar no Sal da Terra.
No dia 19 de dezembro de 1985, Fernando foi trabalhar no bar Depois, inaugurado nessa data pelo primeiro proprietário, o Nilo. O bar mudou de endereço, de dono, mas Fernandinho, como é conhecido, está lá até hoje.
Como garçom teve o privilégio de trabalhar somente em bares culturais, conhecendo a intelectualidade e a classe artística sorocabana e também de expressão nacional como Genoíno do PT, Bete Mendes, Traditional Jazz Band, Lula Barbosa, Belchior entre tantos outros.
Esse contato com os bares despertou o gosto pela música brasileira e pelo cinema nacional (principalmente através do Nilo). Já o cinema, de modo geral, foi seu pai quem o ensinou a gostar.
Fernando Martinês Castijo já produziu três documentários: “Anos 60 e depois?” (apresentado no Bar Depois), “Elvis, o mito” e “Elvis, o mito (II)”, estes últimos exibidos no Teatro do Sesi de Sorocaba.
Fernando Castijo recebeu homenagens da Câmara Municipal de Sorocaba (por intermédio do vereador Gabriel César Bitencourt), do Grupo Imagem (em 2001) e do próprio Bar Depois (em 2004).
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2 comentários

  1. Mauro /

    Olá Fernandinho, tudo bem.
    Fui um frequentador assíduo do bar Sal da Terra por volta dos anos 80 e te conheci lá. Eu era um dos cabeludos que todos os dias por volta das 18:00h. já chegava pra longa noite de boas conversas e outras “minas”. Meu pessoal era: Zóio, Júnia, Leila Paulo batera etc. Sempre tenho boas memórias de você por sua sempre gentileza conosco.
    Se você tiver algumas fotos da época, gostaria de ter alguma cópia para ficar no álbum.
    Grande abraço à você e sua família.

    • Oi Mauro que coincidencia eu me recordo de vc e de toda turma,naquela eu tbém frequentava lá e conheci vcs,a Wilma o Marco Godo,anos depois reencontrei vcs atrav´s da Mazé esposa do Cisco.Beijão p/ vcs

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