Marcelo Jeneci no Sesi Sorocaba dia 28/07/2013

Marcelo Jeneci no Sesi Sorocaba dia 28/07/2013

O cantor e compositor paulistano Marcelo Jeneci e a cantora Laura Lavieri (foto) são as próximas atrações no palco do Teatro do Sesi de Sorocaba, dia 28 de julho em duas únicas apresentações: às 17h e 19h. Parceiro de Arnaldo Antunes, Chico César e Zé Miguel Wisnik, Marcelo Jeneci vem fazendo sucesso por onde passa. Seu primeiro álbum, “Feito Pra Acabar”, foi eleito um dos melhores de 2010 por diversas publicações musicais. Agora ele se prepara pra lançar o segundo disco de sua carreira. Em um formato mais intimista, ele e a inseparável Laura Lavieri, apresentarão um espetáculo com canções da trajetória do artista. Entre os sucessos que seus fã irão ouvir nessa apresentação estão as canções “Amado” (também gravada por Vanessa Da Mata), “Felicidade”, “Pra Sonhar”, “Dar-te-ei” entre outros. A apresentação é gratuita e os ingressos deverão ser retirados na bilheteria do teatro uma hora antes da apresentação. Local: Teatro do SESI Sorocaba (rua Duque de Caxias, 494, no Mangal). Horário e dia: às 17h e 19h, dia 28 de julho. Classificação indicativa: livre. Entrada gratuita (os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início da apresentação). Informações: (15)...

Folia de Reis

Folia de Reis

[nggallery id=6]    Companhia de Santos Reis de Vila Formosa Companhia de Santos Reis de Vila Formosa – Grupo de Folia de Reis formado por migrantes paranaenses, mineiros e nordestinos, na Vila Formosa, zona norte de Sorocaba. A origem da Companhia de Santos Reis de Vila Formosa é recente. Começou em 1989, quando o senhor José Coppi, embaixador (mestre) da Companhia, recebeu uma carta convite do senhor Benedito Parisi e do senhor Tarcísio Amaro para organizarem aqui nesta cidade uma Companhia de Reis.O convite foi logo aceito. Isso porque todos eles já possuíam antecedentes em Companhias de Reis. Aliás, esse fenômeno é inerente aos foliões da Companhia de Santos Reis de Vila Formosa (praticamente todos já participavam anteriormente de outras companhias ou possuiam pais e avós que participavam). Organizou-se então a Companhia de Santos Reis de Vila Formosa. O senhor José Coppi, nessa época, já não mais residia na Vila Formosa e sim na Vila Angélica. Entretanto, como a maioria dos foliões reside na Vila Formosa e por ser ali a sede da Festa de Chegada de Reis, convencionou-se a denominar Companhia de Santos Reis de Vila Formosa. Os personagens da Companhia são: o embaixador ou mestre (aquele que puxa a cantoria), o contra-mestre, a bandeireira (que carrega o estandarte), o apontador de prendas, os Bastião (conhecidos por palhaços, personagens cômicos que utilizam máscara), e os foliões divididos por vozes (tala, requinta, contra-tala, contra-tipe, baixão…) e instrumentos. A Companhia de Santos Reis de Vila Formosa é composta por cerca de 15 pessoas, divididos em um grupo de oito a seis vozes (nem todos na Companhia cantam). Os instrumentos musicais utilizados pelos foliões são: 2 caixas, 1 viola, 3 violões e 1 pandeiro. Os instrumentos de corda são afinados em sol maior. A viola e violões são enfeitados com fitas coloridas. Cada fita pode ter um simbolismo. Geralmente as cores que se utilizam são: amarela, cor-de-rosa, azul (que podem simbolizar a Virgem Maria, sendo que a cor-de-rosa também tem por signo os doze apóstolos de Cristo)e branca (o Divino Espírito Santo). A bandeira, de pano comum, de cor verde, também é enfeitada com flores de papel crepom e fitas coloridas. Nela está a imagem dos Três...

Fernandinho do Depois

Fernandinho do Depois

[nggallery id=5] Fernando Martinês Castijo Castijo, Fernando Martinês – Nascido em São Paulo aos 22 de agosto de 1957. Filho de Antônio Castijo Diaz e de Carmen Martinês Castijo. Veio para Sorocaba aos doze anos de idade, residindo no bairro do Mato Dentro, zona rural sorocabana. Em 1981 foi trabalhar como garçom no Bar “Chorinho”, localizado na Avenida Gal. Carneiro. Esse bar foi o primeiro a oficializar a música ao vivo, com músicos pagos, em Sorocaba. Nesse local desenvolveu-se o conceito de bar cultural, com apresentações de cantores e músicos como Eraldo Basso e Mingo; apresentações teatrais do diretor Benão e exposições de artes plásticas com a artista Lídice, entre outros. Após o fechamento desse bar, Fernando Castijo foi trabalhar no Bar Sal da Terra, também bar cultural e alternativo, com comida vegetariana, música ao vivo, e muita discussões sobre política e filosofia. O cantor Belchior chegou a se apresentar no Sal da Terra. No dia 19 de dezembro de 1985, Fernando foi trabalhar no bar Depois, inaugurado nessa data pelo primeiro proprietário, o Nilo. O bar mudou de endereço, de dono, mas Fernandinho, como é conhecido, está lá até hoje. Como garçom teve o privilégio de trabalhar somente em bares culturais, conhecendo a intelectualidade e a classe artística sorocabana e também de expressão nacional como Genoíno do PT, Bete Mendes, Traditional Jazz Band, Lula Barbosa, Belchior entre tantos outros. Esse contato com os bares despertou o gosto pela música brasileira e pelo cinema nacional (principalmente através do Nilo). Já o cinema, de modo geral, foi seu pai quem o ensinou a gostar. Fernando Martinês Castijo já produziu três documentários: “Anos 60 e depois?” (apresentado no Bar Depois), “Elvis, o mito” e “Elvis, o mito (II)”, estes últimos exibidos no Teatro do Sesi de Sorocaba. Fernando Castijo recebeu homenagens da Câmara Municipal de Sorocaba (por intermédio do vereador Gabriel César Bitencourt), do Grupo Imagem (em 2001) e do próprio Bar Depois (em...

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