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Dia Internacional da Fotografia

Dia Internacional da Fotografia

DIA INTERNACIONAL DA FOTOGRAFIA

Nesta edição homenagem ao fotógrafo Pedro Neves dos Santos

32º Edição

O Grupo Imagem Núcleo de Fotografia e Vídeo de Sorocaba, entidade que congrega aficionados pelas artes visuais e sua difusão, em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo de Sorocaba – SECULTUR, e demais parceiros, no dia 19 de agosto, como acontece há 31 anos, promoverá um evento para comemorar o “Dia Internacional da Fotografia”.

O evento acontece costumeiramente na Praça Coronel Fernando Prestes, porém, esse ano inovaremos o local devido o dia que cai num domingo e acontecerá no Parque “Carlos Alberto de Souza” – o Parque do Campolim, Sorocaba/SP, salienta Edeson Souza, presidente do Grupo Imagem.

Uma exposição fotográfica será montada com fotos feitas em edições anteriores, além de um varal fotográfico com fundo personalizado contendo logomarcas de parceiros.

As pessoas interessadas que estiverem de passagem pelo Parque, serão fotografadas, também contará com equipe de maquiagem e produção, dos parceiros Espaço Dorcas Estética e Terapia e Salão Diniz, assim como modelos da agência Mega Models.

O DIA INTERNACIONAL DA FOTOGRAFIA

A data escolhida para a comemoração do Dia Internacional da Fotografia teve sua origem no ano de 1839, quando, em 7 de janeiro, na Academia de Ciências da França, foi anunciada a descoberta da Daguerreotipia, um processo fotográfico desenvolvido por Joseph Nicèphore Niépce (1765-1833) e Louis Jacques Mandé Daguerre (1787-1851).

Cerca de sete meses depois, em 19 de agosto, durante um encontro realizado no Instituto da França, em Paris, com a presença de membros da Academia de Ciências e da Academia de Belas-Artes, o cientista François Arago, secretário da Academia de Ciências, explicou o processo e comunicou que o governo francês havia adquirido o invento, colocando-o em domínio público e, dessa forma, fazendo com que o “mundo inteiro” tivesse acesso à invenção.

Em troca, Louis Daguerre e o filho de Joseph Niépce Isidore, passaram a receber uma pensão anual vitalícia do governo da França, de seis mil e quatro mil francos, respectivamente.

A velocidade com que a notícia do invento do Daguerreótipo chegou ao Brasil é curiosa: cerca de 4 meses depois do anúncio da descoberta, foi publicado no Jornal do Commercio, de 1º de maio de 1839, sob o título “Miscellanea”, na segunda coluna, um artigo sobre o assunto – apenas 10 dias após de ter sido assunto de uma carta do inventor norte-americano Samuel F. B. Morse (1791 – 1872), escrita em Paris em 9 de março de 1839 para o editor do New York Observer, que a publicou em 20 de abril de 1839.

 Um Daguerreótipo consiste em uma imagem única e positiva, formada diretamente sobre placa de cobre, revestida com prata e, em seguida, polida e sensibilizada por vapores de iodo. Depois de exposta na câmera escura, a imagem é revelada por vapores de mercúrio e fixada por uma solução salina.

Glossário Técnicas e Processos

Fotográficos do Século XIX

Colotipia

Processo fotomecânico de impressão introduzido em 1870 e utilizado até hoje em pequena escala. Uma base de metal ou vidro recoberta com gelatina bicromatada é exposta à luz, em contato com um negativo, e produz uma matriz para impressão de imagens em pigmento. O endurecimento e a reticulação da gelatina, em função da exposição à luz, permitem a absorção diferencial de tinta pela matriz correspondente à gradação tonal da imagem fotográfica no negativo e posterior impressão de cópias (em geral utilizadas para ilustrações de publicações ou cartões-postais).

Fotogravura

Processo de impressão fotomecânica desenvolvido por Henry Talbot em 1850 e aperfeiçoado pelo tcheco Karl Klic em 1879, também conhecido como “heliogravura”. Utiliza a luz para formar uma imagem fotográfica em uma chapa de cobre que, após ser tratada em ácido, recebe tinta e é impressa em papel de algodão. A chapa, recoberta por gelatina bicromatada fotossensível, é texturizada, como uma água-tinta, pelo depósito de grãos de resina. Em seguida, o cobre é mergulhado em sucessivos banhos de ácido, deixando a chapa pronta para ser entintada.

Negativo / Colódio Úmido

Introduzido em 1851 por Frederick Scott Archer. A placa de vidro recebia uma camada de colódio (nitrato de celulose dissolvido em éter e álcool) contendo iodeto de potássio. Em seguida, era imersa num banho de nitrato de prata. A exposição devia ser feita com a placa ainda úmida, e o negativo era revelado imediatamente depois, numa solução ácida de sulfato de ferro, sendo em seguida fixado numa solução de cianeto de potássio. Os primeiros fotógrafos a utilizar esse processo enfrentavam uma série de dificuldades, como o inglês Roger Fenton, que, ao fotografar a Guerra da Crimeia, teve problemas devido à temperatura excessivamente alta, que secava suas placas antes que pudesse fazer os registros.

Negativo / Gelatina

Introduzido em 1871 pelo inglês R.L. Maddox, era também conhecido como placa seca, em oposição às precedentes placas de colódio úmido, que deviam ser expostas à luz logo após o banho de sensibilização em solução de nitrato de prata. As placas de vidro, emulsionadas com gelatina, eram de manuseio mais fácil, pois podiam ser compradas já pré-sensibilizadas e expostas na câmera diretamente, sem nenhuma intervenção maior do fotógrafo. O preparo das emulsões de gelatina já contendo haletos de prata fotossensíveis para posterior aplicação sobre diversos suportes (vidro, papel, filme flexível) permitiu o desenvolvimento da indústria fotográfica, tal qual a conhecemos hoje.

Papel Albuminado

Introduzido pelo francês Louis Désiré Blanquart-Evrard em 1850, tornou-se o papel mais utilizado em cópias fotográficas até 1890, tem esse nome porque recebia uma camada de albúmen contendo cloreto de sódio e era sensibilizado em seguida com nitrato de prata. Obtido diretamente da clara do ovo de galinha, o albúmen é uma substância composta por várias proteínas e outros constituintes. Forma a camada adesiva transparente que mantém em suspensão sobre a superfície do papel a substância formadora da imagem fotográfica processada, isto é, a prata metálica. Fez sucesso devido a sua superfície bastante uniforme e regular, o que proporcionava uma fineza de detalhes superior à dos papéis usados até então (saltpapers).

Papel de Gelatina e Prata

Introduzido comercialmente por volta de 1880, permanece em uso desde então. Os dois principais tipos são: aqueles em que a imagem é produzida pela ação direta da luz (printing-out paper); e aqueles em que, após uma exposição de curta duração, a imagem latente é revelada quimicamente (development papers), e que possuem sensibilidade suficiente para permitir ampliações de negativos. Esse fato, no final do século XIX, revolucionou não só a prática de laboratório (não acondicionando mais a produção de cópias exclusivamente à exposição por contato dos negativos originais), como permitiu o desenvolvimento de câmeras e filmes fotográficos de pequeno formato.

Platinotipia

Processo fotográfico para obtenção de cópias em papel que utiliza sais de ferro fotossensíveis e platina precipitada para a formação da imagem final. A imagem obtida é depositada diretamente sobre as fibras do papel, apresentando uma escala tonal rica e de extrema fineza. É um dos processos fotográficos considerados permanentes.

Fontes:

http://brasilianafotografica.bn.br/

http://boriskossoy.com/publicacao/hercule-florence-a-descoberta-isolada-da-fotografia-no-brasil/

Historiador Adolfo Frioli – https://www.facebook.com/adolfo.frioli

CONVOCATÓRIA VARAL FOTOGRÁFICO

Varal Fotográfico

Convocamos todos os fotógrafos para participar do Varal Fotográfico no Dia Internacional da Fotografia, basta enviar até 06 (seis) fotografias cor ou P&B no tamanho 20x30cm para o endereço abaixo.

Grupo Imagem Núcleo de Fotografia e Video de Sorocaba
Rua Jouberte Wey, 42, Jardim Vergueiro

18030-070Sorocaba – SP

Os Pioneiros

Grupo Imagem Núcleo de Fotografia e Video de Sorocaba

Rua Jouberte Wey, 42 – Jardim Vergueiro, Sorocaba, SP
15-3346.2099 / 15-98103-5351  – contato@grupoimagem.org.br

Participe do Evento


Local do Evento

Parque Campolim  Sorocaba/SP

Ligue pra nós:

15 – 98114-0891

15-3227-2099

e-mail:

eventos@grupoimagem.org.br

Romaria Aparecidinha

Romaria Aparecidinha

ROMARIA DE APARECIDINHA 2018

Grupo Imagem fotografa a Romaria de Aparecidinha 

A tradicional Romaria de Aparecidinha, que chega a 118ª edição, neste domingo 09 de Julho, com estimativa de reunir 50 mil fiéis vindos de diversas cidades do Brasil e da região. Apesar da greve dos trabalhadores do transporte coletivo em Sorocaba, que deixa incerta a volta para a casa dos romeiros, o padre José Antônio Leite, da paróquia de Aparecidinha, está otimista com a presença dos católicos. A romaria começa com missa às 5 horas na Catedral Metropolitana de Sorocaba e a procissão, que carrega a pequena imagem, de 13 centímetros, de Nossa Senhora Aparecida, deve atravessar a cidade até o bairro. O trajeto perfaz cerca de 16 quilômetros.

De acordo com o pároco, após a missa na Catedral Metropolitana de Sorocaba, romeiros seguirão até o bairro de Aparecidinha. Avenidas e ruas serão interditadas, ao trânsito de veículos, para a passagem dos fiéis. A expectativa é que os participantes da procissão comecem a chegar no destino final por volta das 10 horas. O trajeto da romaria, que terá início na rua XV de Novembro, seguirá sobre a ponte Francisco Delosso. “Não terá queima de fogos por um comprometimento da igreja, mas, sempre há um ou outro romeiro que leva, e isso não temos como impedir”, disse o padre. A caminhada segue pelo percurso a saber: Avenida São Paulo, Rua Padre Madureira e Avenida Engenheiro Carlos Reinaldo Mendes. A procissão continua na Avenida 3 de Março e os romeiros caminham por um trecho de terra até a chegada ao bairro Aparecidinha. Tradicionalmente, durante o percurso, é feita uma parada na Santa Casa de Misericórdia, onde a imagem da santa é levada a quartos de pacientes.

Uma missa no novo Santuário de Aparecidinha será celebrada  às 10 horas e 30 minutos, que será dirigida pelo arcebispo metropolitano da Arquidiocese de Sorocaba, Dom Julio Endi Akamine, o qual também deve percorrer os 16 quilômetros, caminhando e rezando junto aos fiéis. Neste domingo, destaca o padre José Antônio, também será comemorado o aniversário de 6 anos de ordenação do arcebispo. “Será uma grande festa e um dia muito feliz”, disse o pároco. Para encerrar as atividades da romaria, ao meio-dia, na praça em frente ao santuário antigo de Aparecidinha haverá uma outra missa celebrada pelo padre Kojak.

Fé que se renova

A procura pelo emprego ou proteção para se manter nele, deve ser a principal motivação para que os católicos participem anualmente da romaria, acredita o padre José Antônio. É nesse momento, de crise, afirma, que a população busca mais o sagrado. “Nesses momentos de incerteza é que as pessoas buscam ainda mais fortalecer a fé, e eu acredito que no domingo vamos ter, mais uma vez, um mar de gente levando nossa santa.”

Sem ônibus

O Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e Região informou que os trabalhadores da categoria não irão interromper a greve aos finais de semana. “No domingo, como não existe horário de pico, estará em circulação na cidade 50% da frota segundo a tabela normal das empresas STU e CONSOR para final de semana”, divulgou a entidade por meio de nota.

 

Fonte: https://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/801581/romaria-de-aparecidinha-acontece-neste-domingo-em-sorocaba

Grupo Imagem Núcleo de Fotografia e Video de Sorocaba

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15-3227-2099 – 15-98103-5351

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